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página actualizada a 3 de Fevereiro, 2018

URÂNIO EMPOBRECIDO

O urânio empobrecido, também conhecido como urânio exaurido, urânio esgotado ou DU (do inglês depleted uranium), basicamente composto do isótopo 238U (urânio-238), de difícil fissão, é o subproduto do processo de enriquecimento ou do reprocessamento de urânio para obtenção do isótopo 235U (urânio-235), que é usado para fissão em reatores e armas nucleares. Wikipedia

International Coalition to Ban Uranium Weapons
http://web.bandepleteduranium.org/campaign/index.php?id=1&id_topic=1

Vítimas de Urânio Empobrecido (fotos) - Atenção! Imagens chocantes
http://plutocracia.com/varios/Uranio_Empobrecido_fotos.html


Vídeos

Falluja: Uma Geração Perdida? | Tradução e legendagem: Plutocracia.com
Poderoso documentário de Feurat Alani, que aborda as consequências da Guerra do Iraque, nomeadamente em Falluja, onde o exército dos EUA esmagou a resistência iraquiana naquela cidade, com recurso a armas proibidas pelas convenções internacionais como; o Fósforo Branco (FB) e o Urânio Empobrecido (DU). Desde 2004, tem havido um aumento dramático nos bebés que nascem com graves deformações congénitas na cidade de Falluja. Os seus habitantes e os médicos, assistem impotentes a uma situaçao desesperante, onde 1 em cada 5 recém-nascidos naquela cidade, sofre de alguma deformação congénita. Uma incidência elevadissíma de danos genéticos. Chris Busby (cientista especializado em radioactividade) afirma neste documentário, que os danos genéticos causados à população de Falluja pelo uso destas armas proibidas, são mais graves que em Hiroshima.

Forças da OTAN usam armas com Urânio Empobrecido na Líbia
Entrevista para a RT de Cynthia McKinney sobre o alegado uso de armas com urânio empobrecido pela OTAN na agressão à Líbia


Artigos

EUA utilizaram urânio empobrecido na Síria - 15/2/2017
A revista Foreign Policy revelou que os Estados Unidos teriam utilizado urânio empobrecido (DU) em ataques aéreos contra carregamentos de petróleo em áreas controladas pelo grupo terrorista Daesh na Síria. Embora menos radioativo que o urânio em estado natural, esse isótopo também é capaz de causar uma série de problemas de saúde em humanos, afetando o sistema reprodutivo, o desenvolvimento do feto, abortos e deformações em bebês, além de câncer.

Urânio Empobrecido: Munições perfurantes, choque tóxico - 3/3/2016
O dia 28 de Fevereiro de 2016 foi o 25º aniversário do término da Operação Tempestade no Deserto, a fase de combate da Guerra do Golfo, a primeira guerra contra o Iraque. Este conflito foi um ponto de viragem na história dos EUA e mundial, mas as guerras que se seguiram no Afeganistão e no Iraque transformaram estes teatros de guerra em vastos desertos tóxicos. A Tempestade no Deserto inaugurou a utilização de generalizada de munições de urânio empobrecido (depleted uranium, DU), um tópico acerca do qual poucos porta-vozes oficiais querem falar publicamente

Pentágono diz que EUA usaram urânio empobrecido na Síria - 16/2/2015
Os Estados Unidos utilizaram, por duas vezes, em 2015 na Síria os controversos obuses de urânio empobrecido em operações contra o autoproclamado Estado Islâmico, disse fonte do Pentágono

Os EUA enviam aviões armados com Urânio Empobrecido para o Médio Oriente - 6/11/2014
Os efeitos da utilização de munições de Urânio Empobrecido fazem-se sentir por muito tempo depois do seu disparo. Contaminam solos e águas. São altamente cancerígenas. Vitimam civis, crianças sofrem de leucemia e malformações congénitas. Atingem os próprios militares das tropas da agressão e ocupação imperialista. Mas os EUA não desistem de as utilizar.

A utilização de urânio empobrecido para fins militares - 27/2/2014
O urânio empobrecido é um subproduto quimicamente tóxico e radioativo proveniente do processo de enriquecimento de urânio, cuja radioatividade aumenta ao longo do tempo. É utilizado por alguns Estados-Membros em munições perfurantes para tanques, aeronaves e veículos blindados. Sabe-se que seis Estados-Membros ainda produzem este tipo de armas e calcula-se que estas façam atualmente parte das reservas de cerca de outros vinte. As munições com urânio empobrecido entram em combustão, dando origem a um fumo de partículas de óxido de urânio que pode ser nocivo para os civis e militares que o inalem. As munições que falham o seu alvo são suscetíveis de contaminar os solos e as águas subterrâneas. Os Estados Unidos e o Reino Unido têm utilizado quantidades significativas de munições com urânio empobrecido no Iraque e nos Balcãs. O seu potencial uso no Afeganistão é alvo de preocupação. Os veículos contaminados por urânio empobrecido apresentam riscos consideráveis para os sucateiros e para as crianças que, com frequência, utilizam esses veículos para brincar. Apesar da falta de dados no que respeita ao comportamento ambiental do urânio empobrecido, aos riscos químicos e de radiação, ao nível de contaminação passível de ocorrer em diferentes cenários e, essencialmente, ao grau de exposição aos resíduos de urânio empobrecido a que as populações civis estão sujeitas, as munições com urânio empobrecido continuam a ser utilizadas. Ao longo de mais de uma década, o Parlamento Europeu tem manifestado a sua oposição e preocupação relativamente à utilização de munições com urânio empobrecido. A preocupação quanto ao uso de munições com urânio empobrecido tem também aumentado na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde será apresentada, em outubro de 2014, uma quinta resolução sobre o assunto. Em algumas regiões do Iraque, o número de casos de cancro infantil e de malformações congénitas graves tem registado um aumento exponencial, até ao ponto de as mulheres não quererem ter filhos. Face ao exposto, pode a Comissão indicar...

Urânio empobrecido, uma estranha forma de proteger os civis líbios - 29/3/2011
Nas primeiras 24 horas de bombardeamentos à Líbia, os aliados gastaram 100 milhões de libras esterlinas em munições dotadas de ponta de urânio empobrecido

“Falluja é mais grave que Hiroshima” - 22/7/2010
A leitura do fundamentado texto de Layla Anwar deixa o leitor como uma angústia revoltante e algumas interrogações: Como é possível no século XXI tamanha barbárie? O que significa direitos humanos para o poder nos EUA? Como é possível os governos de todos e cada um dos nossos países colaboraram, e pior, terem relações de subordinação com tão desapiedados criminosos? Cada vez é mais evidente por que razão os EUA não aceitaram para os cidadãos norte-americanos a territorialidade do Tribunal Penal Internacional.

Falluja: Anatomia de uma atrocidade - 15/7/2010
Hoje, 6 de julho de 2010, Chris Busby, Malak Hamdan e Entesar Ariabi publicaram seu estudo epidemiológico sobre os problemas de saúde sofridos pelo povo de Faluja. O estudo completo pode ser descarregado aqui, gratuitamente. Vocês podem ainda não ter ouvido falar desses homens, mas estou certo que seus nomes serão citados nos livros de história. A razão para isso é que coletaram evidências cientificas do genocídio que a população de Faluja está sofrendo nas mãos dos imperialistas que invadiram o Iraque. Infelizmente, ainda não despertaram muita atenção pelas suas descobertas, e por isso sinto-me pessoalmente obrigado a ajudar com isso.

URÂNIO EMPOBRECIDO: o horror que o imperialismo espalha por todo o planeta - 23/12/2009
Em Setembro deste ano nasceram 170 crianças no Hospital Geral de Faluja, 24 por cento das quais morreram na primeira semana. Três quartos dessas crianças apresentavam deformações, incluindo crianças nascidas com duas cabeças, sem cabeça, um só olho na testa, ou sem membros. Os dados comparativos com Agosto de 2002 antes da invasão registam 530 nascimentos, dos quais morreram seis e apenas um apresentava deformações.

Urânio empobrecido: França testa obuses com urânio empobrecido há dez anos - 10/1/2001
Pelo menos 1400 obuses com urânio empobrecido foram testados pelo ETBS, o centro de ensaio de armamento de Bourges (centro de França), desde há dez anos, e os últimos realizados datam do Outono passado, informa hoje o diário "Nouvelle-République".

Governo português sabia do uso de urânio empobrecido no Kosovo - 8/1/2001
"Depois de terminada a acção de guerra, o briefing da Kfor identificou e comunicou os locais onde houve bombardeamentos com munições de urânio empobrecido, mas não foi considerado que havia grau de ameaça nuclear", afirmou Castro Caldas.O Governo terá recebido da Kfor toda a documentação e um mapa com indicações dos locais onde tinham sido usadas munições de DU em Junho de 1999 - um mês antes de partir o primeiro contingente português para o Kosovo.


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